18 abril 2009
Nostalgia do primeiro amor.
Voltando a sua cidade natal, para uma visita familiar, saiu só por um minuto. Ao vê-lo novamente, em solo santo pecou, pecou com os olhos com a mente. Um olhar penetrante, ele com sua namorada e ela apenas com seu óculos novo.
Disfarça, finge não o ver, mas percebendo que ele acabara de vê-la em sua frente, fica vermelha, um fogo sobe sobre ela, parece tudo estar voltando, toda aquela paixão infantil.
Os dois disfarça, ele por não querer parecer interessado, até porque ao olhar em seu próprio desde, lembrava estar ali, com sua nova namorada, e ela ao ver o mesmo, não quer despertar ciumes na tal, como fizera a um tempo atrás.
Em estado de nostalgia, a menina fica com pensamentos longe, à 10 anos atrás, quando se conhecera, já na escola, 1ª série, sempre sozinha, e ele com o grupo de amigos, e como sempre com uma bola no pé.
O amor dos dois foi dispertando apenas quando ambos tinham 10 anos, na sala da casa dela, deitada na cama, quebrara a perna e estava a um mês no hospital, e voltou pra casa ficando mais um em repouso, e ele sempre indo visita-la.
Depois de um tempo, saiu para ver suas primas, não o vendo mais, sem nem mesmo procura-lo. Com medo de que toda a paixão volte a queimar em seu coração.
Vai embora. Tempos depois o esqueceu, e volta a vida normal, sem nem mesmo lembrar e já com paixão a outro.
PS: texto escrito quando tentando estudar física, por isso não esta bom e esta sem nexo, querendo escrever isso a tempos.
17 abril 2009
A vez em que ela falou.
Dito numa conversa entre pai e filha, num conflito de notas.
Nada pode fazer, se a menina não é o prodígio escolar, se só vai bem nas matérias que fazem com que pense. Uma pseudocult, que lê livros aos quais a deixa em conflito entre a relação de o rico sempre acumulando seu mais valia e o pobre continuando não tendo o que comer.
Para o pai, nada importa, só queria que sua filha se tornasse uma dentista - profissão escolhida por ela desde pequena, que percebendo que nada mudaria no mundo - e agora essa mesma filha quer na verdade mudar alguma coisa, ser o diferencial, não apenas uma calculista fria e egoísta(nada referente a profissao).
Mas ela nunca desistirá, porque seu desejo de ao menos mudar um pedacinho de sua sociedade é maior que qualquer opinião de um pai que ao sentar a mesa faz seu discurso grande e capitalista.
PS: Tudo que se torna um monólogo é chato e despresivel.
15 abril 2009
Amor de Transporte Publico.
Sua camisa limpa e sem gravata, passa por mim, um cheiro que pode-se dizer não tão normal como o de outros.
Outro, um outro que vem devagar, com seus passos lentos e com uma certa atenção em seu livro, não um Crepúsculo, mas um livro um tanto que diferente.
Cai antes mesmo de entrar no vagão, parecendo não ter dormido e com um ar de preocupado, uma preocupação um tanto que comoda.
Levantando para sair do vagão, um outro. Esse não tendo onde se esconder, se esconder de alguém, um alguém misterioso.
Com a barba sem fazer, olheiras de noite mal dormida, parecendo um louco conversando sozinho, mas um louco digamos que diferente.
Sempre com o lema de me anular, sigo o caminho rumo a escola. Mudo de calçada, com esperança de encontrar um bar já aberto, mas seis da manha, impossível. Porque ultimamente a escola não anda Confortável.
Chegando à escola me sento e me anulo em meio a conversas paralelas, um falando mal do outro. Assim vai passando o dia, eu nem conseguindo prestar a atenção, com um sono que não era mais meu.
Um vagão cheio de surpresas, o terceiro, cheio de historias pra contar, mas quieto, porque nada pode falar.
PS: na manha prazerosa, com o fone no ouvido, a escuta de Ass: Maria, que anda sendo um tanto que confortável, um acompanhante de rotinas como essas outras um tanto que normal.
13 abril 2009
Ideal de vida.
um idealismo que não cabe em mim,
tenho o ideal de mudar o mundo, de mudar as pessoas, de ajuda-las.
Pensou "mas porque todo esse romantismo??", não sei.
Sei que aqui a uns anos, ele virará Realismo.
11 abril 2009
Será mesmo, sim estou.
Comprometida com seu amor, suas dores, seus carinhos
Um comprometimento que não é meu
Não sei explicar, é algo que vem de dentro
Depois que ouvi de você, que sou a pessoa mais chata que existe, descobri Sou sua, sua porque sei que finges, finges não me amar, e eu faço o mesmo
Somos panacas de acharmos que não somos feitos um para o outro,
mas não importa, o que importa é que sim, estou comprometida.
01 abril 2009
Outro, outro na minha vida(um que voltou)
Depois de uma longa conversa tenho que sair do onibus, trocamos telefones e saio...
[Continua]
A vida se inicia na concepção.
Um cientista que diz não saber quando se inicia esta mentindo, segundo textos sobre embriologia afirma “a vida se inicia na concepção”.
Com o aumento da sensibilidade do microscópio, permitindo visualizar os óvulos e os espermatozóides, um cientista chamado Karl Ernst descreveu a fecundação e o desenvolvimento embrionário.
A partir daí, os médicos europeus, passaram a defender o ser humano desde a sua concepção.
Segundo a Igreja Católica Apostólica Romana, afirma a origem simultânea de um e de outro elemento, desde o primeiro instante da existência do embrião, a alma encontra-se nele com todas as suas potencialidades, que se vão manifestando à medida do desenvolvimento humano.
Certamente uma mulher pode estar fortemente abalada por causa da violência sexual que sofreu, impedindo-lhe de compreender naquele momento que o ser que carrega em seu ventre não tem culpa disto é inocente, e tem o direito natural à vida.
Cada caso há de ser considerado com o devido respeito, de modo privado, a mulher tem o direito dela, e a criança, deve também o tê-lo.