29 outubro 2010

oi meu bem, estou com saudades, vê se aparece para conversar, tomar um café e tocar a nossa musica,
beijos, poesia

24 outubro 2010

Necessidade de viver

Preciso muitas vezes ser e continuar fingindo uma vida, contar verdades e tentar dissimular o que digo, brincar na rua sem brigar e exigir ser a capitã do time; necessito me recriar, voltando as origens, amar e não esquecer o ódio que sinto pelo próximo;
é isso, eu preciso ser eu mesma e inventar uma historia minha.

Por Progoff

Cada um de nós deve penetrar em sua própria existência,mas, no momento em que conseguimos nos aprofundar suficientemente, descobrimos que já ultrapassamos os limites de nossa vida pessoal...

21 outubro 2010

Por Patricia Melo

"O homem quando lambe a fama, perde o carater. Você fica famoso e o problema da fama é que ela faz você acreditar no que os outros dizem de você. Você entra naquela paisagem, é azul, vai rolando ladeira abaixo até se foder completamente."
Maiquél

18 outubro 2010

Sonho

estou em algum lugar onde o encontro, ele está com alguma garota do colégio, na verdade todo mundo está no colegial ainda, eles se beijam, e eu fico ali, quieta, querendo fazer alguma coisa, mas na verdade nada faço.
o ambiente muda, e eu estou na sala de aula, não me lembro qual é a aula, mas estou ali, no mesmo lugar de sempre, atrás de mim, estão sentadas Marcella e Renata, e como sempre caçoando da minha cara, eu fico brava, grito.
Do nada apareço na rua da casa da minha avó, encontro o Vic, a gente brinca, se comprimenta, e sai andando, virando a rua.

16 outubro 2010

Dialogo (3)

- eu sou um simulacro
- está doida? como um simulacro?
- é eu tenho varias caras, sou uma imitação não perfeita da natureza.
- sai dessa, você é diferente de simulacro, você, é na verdade, diversas invensões.....
....
- pare de pensar um pouco, pare

13 outubro 2010

Oh, SP

Oh, grande SP,
tu que já me mostraste tantos amores,
a ti devo meu coração;

Oh, doce SP,
a ti devo minh'alma,
tu que fostes para mim meu lar;

Oh honrosa SP,
nunca me abandonaste, quando a ti chorei meus piores amores,
teu coração me deste;

Oh, mentirosa SP,
me tens satirizado,
ris de meus devaneios e maltratas meus sentimentos;

Oh, dona SP,
a você não devo mais nada,
roubou meus anseios e minhas maiores recordações;

Me comes, como planta carnívora;
maltratas meu pulmão e destrõe meu fígado,
fique, fique ai e não me procure mais.