Quanto vive o homem, afinal?
Vive mil anos ou um só?
Vive uma semana ou vários séculos?
Por quanto tempo morre o homem?
O que significa para sempre?
19 setembro 2010
14 setembro 2010
Alento.
Não vou me esconder nas desculpas para me proteger
vou preferir lutar, enfrentar o fim;
você foi meus olhos, quando eu tinha medo de ver o real
foi os meus lábios, quando eu não queria proferir palavras grosseiras.
É;
Chegou notícias do fim,
e seus beijos preferem outros, ao invés dos meus;
suas mãos as outras, ao invés da minha.
E eu, eu prefiro calar, calar o beijo que te beijava, e esfriar os abraços que te aqueciam.
É isso.
vou preferir lutar, enfrentar o fim;
você foi meus olhos, quando eu tinha medo de ver o real
foi os meus lábios, quando eu não queria proferir palavras grosseiras.
É;
Chegou notícias do fim,
e seus beijos preferem outros, ao invés dos meus;
suas mãos as outras, ao invés da minha.
E eu, eu prefiro calar, calar o beijo que te beijava, e esfriar os abraços que te aqueciam.
É isso.
13 setembro 2010
Vão!
viver em vão não é o certo
viver em vão não dá certo;
viver em vão é para os fracos;
para os temidos..
viver é se alimentar de ódio, e amar constantemente;
é querer o impossível, e ter objetivo de não conseguir aquilo que faz 'bem', mesmo o 'bem', se tornar o 'mal'..
mas o que é 'bem'? o que é 'mal'?..
eu não sei, sei que viver é importante SIM!
viver em vão não dá certo;
viver em vão é para os fracos;
para os temidos..
viver é se alimentar de ódio, e amar constantemente;
é querer o impossível, e ter objetivo de não conseguir aquilo que faz 'bem', mesmo o 'bem', se tornar o 'mal'..
mas o que é 'bem'? o que é 'mal'?..
eu não sei, sei que viver é importante SIM!
12 setembro 2010
A procura da felicidade
Procuro nos textos, um olhar;
Procuro na vida, um viver;
procuro nas crianças, a inocência que eu perdi de mim;
procuro a comida que sacie, o remédio que cure e o amor que não existe;
procuro a vida, onde tem morte;
procuro no cemitério meu coração;
e as vezes cansada de tanto procurar, fico parada a mercê dos outros que nada procuram, e são felizes.
Procuro na vida, um viver;
procuro nas crianças, a inocência que eu perdi de mim;
procuro a comida que sacie, o remédio que cure e o amor que não existe;
procuro a vida, onde tem morte;
procuro no cemitério meu coração;
e as vezes cansada de tanto procurar, fico parada a mercê dos outros que nada procuram, e são felizes.
10 setembro 2010
Por Isabel Allende
Alegrei-me de que minha sobrinha não estivesse presente, porque os remadores iam nus e a verdade era que, apesar da paisagem soberba, os olhos me escapavam para aquilo que não devia olhar. Percorremos a ultima parte de mula. Da ultima elevação divisamos o mar cor de turquesa e os contornos apagados da cidade do Panamá, sufocada num bafo quente.
Inês Suárez
09 setembro 2010
Esquecíveis
Hoje voltando do cursinho ouvindo Corinne, nova sensação para os meus ouvidos, estava pensando nas pessoas que passaram na minha vida, não aquelas especiais que você sempre lembra, mas aquelas que você só lembra quando vê, ou não lembra, mas que elas fazem questão de fazer lembrar:
a popular do seu colégio, que vinha te comprimentar com um abraço caloroso de quem quer ter a amizade de todo mundo, e agora finge não te conhece quando te vê no ónibus;
o dono do estacionamento que toda vez que vê você comenta sobre o tempo;
o cobrador do ónibus que olha para os seu decote sem pudor algum;
a colega de saideira que até hoje quando te vê dá um abraço apertado, do qual você não gosta;
a guria que te abraça dizendo que lembra de você da sexta passada, mas que você nunca faz ideia de quem seja, e nunca sabe o que dizer;
a barraqueira que faz questão de encostar em você no ónibus todos os dias as 6h da manha para arrumar briga;
o rapazinho de barbas que para no mesmo semáforo de pedestre que você, charmoso;
o velho que senta toda tarde no banco de um bar em frente a sua casa, e que você sempre teve vontade, mas nunca coragem de criar uma conversa;
o padre que conhece toda a sua família, mas nunca lembra o seu nome;
àquele professor de educação física do primário que tirava sarro da sua cara só porque você não conseguia correr mais de dez minutos;
o motorista de ónibus que sempre dá 'carona' pra você, e depois das onze horas para o ónibus em frente a sua casa, só pra você sorrir pra ele no final;
o porteiro que te pede sugestão de livro, e você não sabe se indica um livro que leu, ou um best sellers, para ele não se assustar (os livros que eu leio nem sempre são viáveis a pessoa alguma);
o político que vem acompanhando a sua infância com a mesma propaganda eleitoral, mas nunca ganhou (esse cara é brasileiro, poxa);
o saradao popular(acreditem se quiserem, mas eu já fui afim de um) do colegial, e agora está gordo e sem graça (esse tipo de cara é sempre sem graça, mas o porte fisico, que hoje nao faz a minima diferença pra mim, sempre é alguma coisa, pra algumas garotas);
a mulher que sempre te comprimenta como amiga intima, você sabe que conhece, mas não tem a mínima ideia de quem seja...
aah, se eu for enumerar todos, não vai ter espaço, esses foram os que lembrei nessa vinda para a casa.
Pessoas especiais, porem esquecíveis.
(desculpe os tantos 'que's, eu achei repetitivo demais, mas realmente achei necessario, rs.)
a popular do seu colégio, que vinha te comprimentar com um abraço caloroso de quem quer ter a amizade de todo mundo, e agora finge não te conhece quando te vê no ónibus;
o dono do estacionamento que toda vez que vê você comenta sobre o tempo;
o cobrador do ónibus que olha para os seu decote sem pudor algum;
a colega de saideira que até hoje quando te vê dá um abraço apertado, do qual você não gosta;
a guria que te abraça dizendo que lembra de você da sexta passada, mas que você nunca faz ideia de quem seja, e nunca sabe o que dizer;
a barraqueira que faz questão de encostar em você no ónibus todos os dias as 6h da manha para arrumar briga;
o rapazinho de barbas que para no mesmo semáforo de pedestre que você, charmoso;
o velho que senta toda tarde no banco de um bar em frente a sua casa, e que você sempre teve vontade, mas nunca coragem de criar uma conversa;
o padre que conhece toda a sua família, mas nunca lembra o seu nome;
àquele professor de educação física do primário que tirava sarro da sua cara só porque você não conseguia correr mais de dez minutos;
o motorista de ónibus que sempre dá 'carona' pra você, e depois das onze horas para o ónibus em frente a sua casa, só pra você sorrir pra ele no final;
o porteiro que te pede sugestão de livro, e você não sabe se indica um livro que leu, ou um best sellers, para ele não se assustar (os livros que eu leio nem sempre são viáveis a pessoa alguma);
o político que vem acompanhando a sua infância com a mesma propaganda eleitoral, mas nunca ganhou (esse cara é brasileiro, poxa);
o saradao popular(acreditem se quiserem, mas eu já fui afim de um) do colegial, e agora está gordo e sem graça (esse tipo de cara é sempre sem graça, mas o porte fisico, que hoje nao faz a minima diferença pra mim, sempre é alguma coisa, pra algumas garotas);
a mulher que sempre te comprimenta como amiga intima, você sabe que conhece, mas não tem a mínima ideia de quem seja...
aah, se eu for enumerar todos, não vai ter espaço, esses foram os que lembrei nessa vinda para a casa.
Pessoas especiais, porem esquecíveis.
(desculpe os tantos 'que's, eu achei repetitivo demais, mas realmente achei necessario, rs.)
08 setembro 2010
Malditos Carnavais.
num entra e sai de pessoas, ela sabia que no outro dia seria sofrimento;
vovó estava 'enfim' sozinha, depois de 50 anos com um mesmo amor, um mesmo sexo e um mesmo homem; ficaria para si ou para lembranças, sendo o segundo mais provável;
ele a amava como nunca amou ninguém,
vovô a deixou, e ela ficou com a missão de cuidar dos filhos, para que continuem unidos, sem brigas, como ele os ensinou;
imaginei que seria diferente, mas a tarde de domingo, na chacara não será a mesma sem vovô, sempre com planos para o proximo domingo e sempre questionando cada neto, sobre os estudos; aah, como eram bons esses domingos;
e lembrar que sempre depois de um almoço em família, tínhamos todos que falar baixinho, para que nosso rei dormisse, dá aquela vontade de nunca mais pronunciar uma palavra depois das refeições.
Quando um povo perde um rei, coloca-se outro no lugar, mas esse rei, o rei dos filhos que tinham tudo que queriam e dos netos que tinham sempre um sorriso , nunca será substituído, porque só ele sorria de forma tímida e delicada, só ele sabia contar as melhores historias da época jovem.; só ele é o CARA!
vovó estava 'enfim' sozinha, depois de 50 anos com um mesmo amor, um mesmo sexo e um mesmo homem; ficaria para si ou para lembranças, sendo o segundo mais provável;
ele a amava como nunca amou ninguém,
vovô a deixou, e ela ficou com a missão de cuidar dos filhos, para que continuem unidos, sem brigas, como ele os ensinou;
imaginei que seria diferente, mas a tarde de domingo, na chacara não será a mesma sem vovô, sempre com planos para o proximo domingo e sempre questionando cada neto, sobre os estudos; aah, como eram bons esses domingos;
e lembrar que sempre depois de um almoço em família, tínhamos todos que falar baixinho, para que nosso rei dormisse, dá aquela vontade de nunca mais pronunciar uma palavra depois das refeições.
Quando um povo perde um rei, coloca-se outro no lugar, mas esse rei, o rei dos filhos que tinham tudo que queriam e dos netos que tinham sempre um sorriso , nunca será substituído, porque só ele sorria de forma tímida e delicada, só ele sabia contar as melhores historias da época jovem.; só ele é o CARA!
TE AMO VÔ!
Assinar:
Postagens (Atom)