17 maio 2009

Não nasci pra escrever criticas.
=D

04 maio 2009

Um texto por ai.

Um casal decide passar férias numa praia do Caribe, no mesmo hotel onde passaram a lua de mel há 20 anos atrás. Por problemas de trabalho, a mulher não pode viajar com seu marido, deixando para ir uns dias depois. Quando o homem chegou e foi para seu quarto do hotel, viu que havia um computador com acesso a internet. Então decidiu enviar um e-mail a sua mulher, mas errou uma letra sem se dar conta e o enviou a outro endereço... O e-mail foi recebido por uma viúva que acabara de chegar do enterro do > seu marido e que ao conferir seus e-mails desmaiou instantaneamente. O filho, ao entrar na casa, encontrou sua mãe desmaiada, perto do computador, onde na tela poderia se ler: - Querida esposa: Cheguei bem. Provavelmente se surpreenda em receber noticias minhas por e-mail, mas agora tem computador aqui e pode enviar mensagens às pessoas queridas. Acabo de chegar e já me certifiquei que já está tudo preparado para você chegar na sexta que vem. Tenho muita vontade de te ver e espero que sua viagem seja tão tranquila como a minha.
Obs: Não traga muita roupa, porque aqui faz um calor infernal!

PS: tenho que confessar, não fui eu quem a escreveu.

28 abril 2009

Uma aula que consome

Eu aqui dentro da sala de aula, numa aula que me consome, um tanto que estranha. Ouço pelo professor que a poesia está em todo lugar, está no cabelo da menina que desinteressada por uma aula que pode-se dizer ser memorável, a poesia estava onde a alienação consegue atrapalhar e esta também em lugares sujos e chatos.
Um alguém Tao novo que pensa em tudo menos no que devia, lamentável. Um colégio como esse, com professores que posso dizer que são bons por demais, que querem passar o que sabem, mas que não tem essa possibilidade. Mas alunos, alunos que pensam em ler livros que os desviam da realidade, o mandam para um mundo de magia, bom mas o que é inútil pra mim, útil para eles é.
Tudo acaba, e pode-se dizer que nada foi passado a alguém, mas mesmo assim estou certa, saí da sala diferente, com pensamentos ousados, uma sede de mudança maior do que entrara na mesma sala, suja e irritante.

23 abril 2009

- Não esse, um outro -

Em uma cidade um tanto que distante, existia um reino encantado lindo. Lá como em todos os reinos de historias de castelo, bruxas e plebeus, tinha o glorioso e memorável rei, um rei diferente do das redondezas, um não apenas com uma ou um filho, mas com sete filhas e um que estava prometido para a igreja. Mas, não é ele o foco da minha historias, pulemos para a outra linha e comecemos a historia sempre esperada por uma filha, que tem um pai com paciência o suficiente para contar a ela, antes de dormir
Maria era a filha mais velha das sete irmãs, queria se casar com João - não, não o da história João e o pé de feijão, até porque ele está lá com seu feijoeiro nem ligando para mulher alguma - João queria o mesmo que Maria, mas não exatamente com ela, mas com sua irmã mais nova, Branca de Neve - não, não aquela dos sete anões, essa está por ai procurando o tal príncipe encantado que depois de sentir seu paladar com gosto de maça envenenada fugira procurando uma outra princesa, quem sabe uma Negra da Bahia, gostosona, porque Branca sequinha, não está com nada-.
[Perceba que a história vai ser estilo malhação, é mais vendível, sempre há um obstáculo para os mocinhos se amarem e viverem felizes para sempre . Pulemos a parte do, João e Branca de Neve se amam mas Maria quer os atrapalhar, e iremos para a parte que importa, a final].
Maria ao ser descoberta - ela havia matado o cachorrinho de João e culpa Branca de Neve, que chora, enfim acabam descobrindo que fora ela - é presa mas antes, joga para eles uma praga, - tentando criar um clima tenso e prender o leitor para ver até o final não direi agora -.
E assim João e Branca de Neve saem cavalgando por ai, e como toda historia de fábulas os mocinhos não têm lua-de-mel, se é que você, leitor paciente por ler um texto como esse, me entende.
Passando um tempo sem filho algum e Branca de Neve com um tesão danado, porque desde o tal casamento nem nada acontece. É ai que ela numa noite faz-lhe uma surpresa, quando ele cheirando a cigarro, bêbado, chega em casa e entra no quarto, a vê "arrumadinha" (aspas: entenda como quiser) e o chamando para a cama, óbvio que aceita, é homem poxa, vai de trás dela - pulemos, vai que um de menos o leia (sim eu sou, mas o texto é meu) - meses depois, nove para ser mais precisa, nasce o bebe, o nenem Tao esperado pelos avós e por todos.
É feito uma festa, chamam os príncipes e princesas de toda a fábula, para que vejam a tal criança.
Chegando o Lobo Mal - não, não o da Chapelzinho vermelho, o pai de João - vê a criança e a come, junto dos outros convidado - sim, a mãe, o pai, todos a devoram - alias eu como as coxinhas, estava digamos que, uma delicia.
O mistério??, procure, está por aí, se não o encontrou, leia de novo.

PS: tentar divertir os leitores desse blog chato e sujo.

22 abril 2009

Querendo parecer o que não sou.

Não fui a escola, mas mesmo assim levanto as seis, meio que para dizer que fui. Já dez horas, decido ir fazer o que tinha pra fazer, limpar a casa e fazer almoço.
Terminando de lavar a louça, ao som de Nara, vejo de reflexo uma mão passando por mim, olho assustada, mas nada vejo.
Acho melhor parar de beber, isso esta causando alucinações, até porque não se dá pra acreditar em fantasmas.

PS: Logo que vejo a tal mão, decido escrever, tinha que compartilhar esse momento assustador.

21 abril 2009

Boina roxa e camisa do Beatles.

Olho-a de canto de olho, com sua boina roxa, sua camisa do Beatles, isso tudo me prende, como num Shopping, as 18h ela uma menina memorável estaria fazendo naquele lugar.
Folheando revistas, um estilo de revista um tanto que diferente para a idade que ela aparentava ter.
Sozinha estava até no momento em que aparece um homem, parecendo ser seu pai, a chamando para ir a outro lugar. Dava-se para perceber que a relação de ambos não era muito intima, mas se pareciam fisicamente.
Entram numa loja, ele vai para um lado e ela outro. Fico a observando, toda desajeitada vendo roupas, o engraçado era que as meninas da loja iam ver roupas da vitrine, roupas da moda, ela ia até o fundo da loja ver roupas já passadas, parecia ter um estilo um tanto que diferente.
Logo depois "seu pai" chama-a novamente e passeiam pelo shopping como se fossem dois desconhecidos. Ela tenta chamar a atenção do tal cara, mas ele não liga muito, esta preocupado com o preço novo que abaixou da TV digital, e quando ele vem conversar alguma coisa com ela, faz o mesmo, mas cantando alguma coisa parecida com Bossa Nova, ou algo diferente.
Percebo que estou apaixonado por ela no momento em que vejo passando uma menina, digamos que gostosa, sim, deliciosa, uma que não desperdiçaria nunca, mas que quando vi a tal menina da boina roxa e camisa do Beatles, toda com seu jeito desastrado, não quis mais ver nenhuma, nem mesmo a tal gostosa.
Perco-a de vista, num piscar de olhos. Tudo parecia tão magico, e eu não a vejo mais, lamentável.
Se um dia a encontrar, mostrarei o texto e direi que foi amor a primeira vista.

PS: Nem sempre é preciso escrever no gênero que se é.

18 abril 2009

Nostalgia do primeiro amor.

Ela quando indo pra outro lugar, um distante de tudo e de todos, para tentar esquece-lo.

Voltando a sua cidade natal, para uma visita familiar, saiu só por um minuto. Ao -lo novamente, em solo santo pecou, pecou com os olhos com a mente. Um olhar penetrante, ele com sua namorada e ela apenas com seu óculos novo.
Disfarça, finge não o ver, mas percebendo que ele acabara de -la em sua frente, fica vermelha, um fogo sobe sobre ela, parece tudo estar voltando, toda aquela paixão infantil.
Os dois disfarça, ele por não querer parecer interessado, até porque ao olhar em seu próprio desde, lembrava estar ali, com sua nova namorada, e ela ao ver o mesmo, não quer despertar ciumes na tal, como fizera a um tempo atrás.
Em estado de nostalgia, a menina fica com pensamentos longe, à 10 anos atrás, quando se conhecera, já na escola, 1ª série, sempre sozinha, e ele com o grupo de amigos, e como sempre com uma bola no pé.
O amor dos dois foi dispertando apenas quando ambos tinham 10 anos, na sala da casa dela, deitada na cama, quebrara a perna e estava a um mês no hospital, e voltou pra casa ficando mais um em repouso, e ele sempre indo visita-la.

Depois de um tempo, saiu para ver suas primas, não o vendo mais, sem nem mesmo procura-lo. Com medo de que toda a paixão volte a queimar em seu coração.
Vai embora. Tempos depois o esqueceu, e volta a vida normal, sem nem mesmo lembrar e já com paixão a outro.

PS: texto escrito quando tentando estudar física, por isso não esta bom e esta sem nexo, querendo escrever isso a tempos.